
Já saiu a publicação dos anais do seminário ocorrido no ano passado no Museu Histórico Nacional. Ela pode ser comprada diretamente na lojinha do museu ou, se a pessoa for de fora do Rio, pedida e enviada via correio.

Em 2004, Fausto Vianna publicou um artigo falando sobe a volta do curso de cenografia na ECA-USP. Neste artigo, ele cita algumas áreas nas quais o cenografo pode atuar, trabalho este que muitas vezes se mistura com o di designer de exposições:
"A cenografia das exposições chegou com força total: fazemos aqui no Brasil, como no resto do mundo, exposições museológicas com ambien- tações cenográficas. Um mercado mais conhecido mas que não deve ser menos valorizado é o da cenografia das feiras e congressos. Cidades como São Paulo e Rio de Janeiro recebem este tipo de evento nas suas mais diversas variantes, de pequeno a gigantesco porte. Também não pode deixar de ser mencionado o campo das grandes festas (nas quais os cenógrafos atuam há longa data), das decorações de shoppings e lojas para datas especiais. Há designers de interiores que tratam suas ambientações como se fossem cenários, que serão ocupados cotidianamente por pessoas “de verdade”, “do mundo real”.
Para ler o artigo completo: http://www.eca.usp.br/salapreta/PDF04/SP04_018.pdf
Segundo o site da Pentagram:
Exhibition design orchestrates narratives, image and sound, using elements that may be mobile or static, serious or fun, grand or minuscule. With an experience that is purposeful and original, the designer aims to create a powerful and memorable relationship between the visitor and the exhibition's content and form.

